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domingo, 12 de abril de 2020

MATERIAIS DISPONÍVEIS PELA PREFEITURA - TRILHAS DE APRENDIZAGEM


A Secretaria Municipal de Educação de São Paulo (SME) disponibiliza para consulta e download os materiais de estudo que acompanharão os estudantes durante o período de emergência decorrente da pandemia da Covid – 19 (Coronavírus). Os professores podem utilizar o material como referência ou inspiração para planejar as atividades que serão oferecidas no ambiente virtual.
Os Cadernos Trilhas de Aprendizagens chegarão impressos às casas dos estudantes via Correios. Eles foram elaborados de forma que as crianças, adolescentes, jovens e adultos que estudam nas escolas municipais de São Paulo possam realizar as atividades com autonomia e/ou ajuda dos familiares, por um período de até dois meses.
Ao todo, são 14 cadernos com atividades que respeitam o que está previsto no Currículo da Cidade de São Paulo, sendo:
Dois cadernos Para a Educação Infantil, um para crianças de 0 a 3 anos e outro para crianças de 4 a 5 anos. Eles apresentam possibilidades de interação e brincadeiras que complementam e auxiliam nos processos de aprendizagem dos bebês e das crianças pequenas, além de indicações de leitura, montagem de brinquedos e jogos.
Para Ensino o Fundamental, são nove cadernos, um para cada ano, os materiais foram divididos em quatro eixos: Língua Portuguesa, Matemática, Ciências Humanas e Ciências Naturais. Para os estudantes da Educação de Jovens e Adultos (EJA) serão dois cadernos com atividades equivalentes às etapas da EJA.
O caderno para quem cursa o Ensino Médio segue as diretrizes do Enem e está voltado às atualidades. O conteúdo é dividido nas quatro áreas do conhecimento (Ciências Humanas e Sociais Aplicadas; Matemática e suas Tecnologias; Linguagens e suas Tecnologias e Ciências da Natureza e suas Tecnologias).

PARA ACESSAR O MATERIAL PARA DOWNLOAD, CLIQUE AQUI.

sexta-feira, 10 de abril de 2020

COVID-19 ANIMAÇÃO BEM DIDÁTICA

OLÁ ALUNOS! SEGUE UMA ANIMAÇÃO BEM SIMPLES SOBRE O CORONA VÍRUS:

 E NÃO SE ESQUEÇA: FIQUE BEM. FIQUE EM CASA.

sexta-feira, 23 de março de 2012

sexta-feira, 9 de março de 2012

PROJETO KONY 2012: FAÇA A SUA PARTE


A muito tempo eu não escrevo.


Estava passando pelo site do Sedentários quando me deparei com a campanha Kony 2012. Faz parte do projeto Invisible Children.


A ideia é tornar os crimes do rebelde Josef Kony em Uganda famosos para que as autoridades internacionais sintam-se pressionadas a tomar atitudes e levar a prisão desse genocida.


Esse monstro sequestra meninas para se tornarem escravas sexuais e os meninos são obrigados a fazer parte do seu exército, obrigados a matar seus próprios pais. Particularmente, não consegui dormir depois de ver o filme abaixo.


Espero que o pouco que esteja fazendo ajude de alguma forma.


Divulguem, por favor. 

sábado, 3 de setembro de 2011

“Escola Nova” Uma identidade em construção


“Fisicamente, habitamos um espaço, 
mas, sentimentalmente, 
somos habitados por uma memória.”
José Saramago

A EMEF Jardim Paulo VI começou as atividades em 2010. Nosso primeiro ano de vida foi bastante difícil, devido ao processo de adaptação dos alunos e de todos os profissionais da U.E., contudo a equipe escolar não titubeou frente às dificuldades e vem investindo em vários projetos para aproximar escola e comunidade.

Atendemos uma demanda que exige muita paciência, dedicação e criatividade para conciliar ensino, aprendizagem e protagonismo infanto-juvenil, em um ambiente que, apesar de novo, é marcado pelo modelo ideal de educação que perpassa o imaginário de quem atua diretamente no contexto escolar.

         Ao buscarmos entender todo o contexto de “construção” da identidade da nossa escola e ao refletir sobre o cenário da educação no Brasil, questões políticas, sociais e econômicas constituem-se como barreiras presentes no fazer pedagógico. Além disso, é possível perceber que nos últimos anos convivemos com várias mudanças educacionais, como a democratização do ensino público, que passa a garantir acesso e permanência a todos.

 Fachada Externa inicio de 2010

O atendimento a esses alunos, antes excluídos, bem como o avanço tecnológico das últimas décadas, vem inserindo a educação em um novo contexto, que passa a exigir do educador uma visão ampla do processo ensino-aprendizagem, levando-o a estudar, refletir e propor ações diferenciadas para a realização do trabalho pedagógico. 

       O desafio do trabalho com alunos provenientes de diferentes U.E.s do entorno, em variados níveis de aprendizagem, e sem vínculos com a escola nova, trouxe-nos um grande desafio, o investimento na construção da identidade, que vem sendo trabalhada constantemente com o empenho de toda comunidade escolar por meio da realização de projetos específicos.

Nesse sentido, Terezinha Azeredo Rios nos traz uma contribuição muito significativa ressaltando que “A identidade da escola vai sendo arquitetada no meio de que ela faz parte, com todos os segmentos que a compõem, levando-se em conta necessidades, crenças e valores. É uma identidade que se afirma na articulação com as outras instituições sociais – a família, a comunidade (1)”.

         Na busca pela construção da identidade escolar, muitas ações estão sendo realizadas, a fim de permitir a participação de alunos, educadores e comunidade, de modo a priorizar o desenvolvimento das competências e habilidades de leitura e escrita, condizentes com o Projeto da Rede Municipal de São Paulo, promovendo assim o ensino e a aprendizagem dos conteúdos conceituais, procedimentais e atitudinais, por meio de atividades pontuais:
 
· Festa Junina e Mostra cultural - Tema África, Festa das Tradições Populares: Região Nordeste;
· Projetos - Jardinagem, Carnaval, Xadrez, Escolinha de Esportes, Campeonatos, Blog, Nas ondas do Rádio, etc;
· Estudos de Recuperação Paralela - Matemática;
· Implantação da Informática Educativa, Sala de Leitura, SAP e Laboratório de Ciências.

      Portanto, como mediador de aprendizagem, o professor se coloca como facilitador incentivador ou motivador da aprendizagem, segundo Masetto(2), buscando renovar planos e posturas para adequar às necessidades do fazer pedagógico, incentivando a capacidade de criar e produzir novos saberes, a partir da realidade dos alunos, despertando assim a curiosidade e o interesse à pesquisa, transformando o aprender em compreender.

        No início de agosto desse ano, realizamos a I Festa das Tradições Populares Brasileiras, focando a região nordeste, valorizando a origem de um número significativo de alunos de nossa U.E. O evento ocorrido em pleno sábado reuniu toda a comunidade escolar, para degustação de pratos típicos e apreciação de apresentações como a do frevo, da capoeira e da encenação do Bumba meu boi, protagonizadas pelos alunos da escola.

      O cordel, tema proposto pelos Cadernos de Apoio e Aprendizagem do 7º ano - LP, “coloriu” em preto e branco com as xilogravuras, o muro da escola pelas mãos dos alunos; além de “disciplinar” a “bagunça” com as sextilhas e regularidades dos versos cordelistas em apresentações orais e escritas.

 Exposição de Trabalhos EF I e II/ago 2011

A decoração da escola com motivos nordestinos tomou o lugar da “decoração” de fórmulas e textos, revelando que o ambiente escolar pode ser rico em criatividade e motivação. E se o tempo e o espaço forem bem aproveitados, a distância entre a escola que reclamamos e a escola com que sonhamos continuará a diminuir, transformando utopia em realidade. 

      Percebemos assim, que muito já avançamos neste período, porém outros desafios precisam ser transpostos. Nosso esforço tem sido no sentido de transformar a escola em espaço de convivência e aprendizagem, de forma a contemplar a diversidade, o respeito e a possibilidade de cada um e de todos, pois somos uma equipe que ainda acredita em mudanças – somos EDUCADORES – e a esperança por uma escola melhor caminha conosco.

Participantes da JEIF 2011.  
Fachada externa após a Festa/ago 2011


(1) Artigo publicado em Nova Escola Gestão Escolar, Ed. 005, Dezembro 2009/Janeiro 2010

(2) MORAN, José M.; MASETTO, Marcos T.; BEHRENS, Marilda Aparecida. Novas tecnologias e a mediação pedagógica. Campinas: Papirus, 2000.

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O artigo acima foi escrito pelos professores dos grupos de 
JEIF e pelas Coordenadoras Pedagógicas da EMEF Jd. Paulo VI

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Memorial da Resistência de São Paulo

Era Vargas (1930-1945): autoritarismo e repressão
Palestrante: Profa. Dra. Anita Leocádia Prestes
Dia 17 de setembro de 2011 (sábado), das 10h30 às 13h
Largo General Osório, 66 – Luz
Auditório Vitae – 5º andar
 
Dando sequência aos Encontros de Aprofundamento Temático promovidos pelo Memorial da Resistência de São Paulo, neste segundo evento destacaremos o contexto e as relações político-sociais do primeiro governo de Getúlio Vargas. Com o objetivo de adensar a compreensão, discutir e dialogar sobre o tema, apresentamos a palestra “Era Vargas (1930-1945): autoritarismo e repressão”, a ser proferida pela Profa. Dra. Anita Leocádia Prestes.
Anita Leocádia Prestes
Doutora em Economia Política pelo Instituto de Ciências Sociais (1975) e em História pela Universidade Federal Fluminense (1989). Atualmente é professora do Programa de Pós-Graduação em História Comparada da Universidade Federal do Rio de Janeiro, no qual coordena o projeto de pesquisa “Luiz Carlos Prestes e a política do PCB (1958-1990): uma abordagem comparativa”, e presidente do Instituto Luiz Carlos Prestes.
 
Público-alvo: professores, educadores e estudantes universitários (graduação e pós-graduação)
Inscrições: 01 a 15 de setembro, somente pelos telefones (11) 3324.0943 ou 0944, com Valdir ou Heber (de segunda à sexta-feira, das 10h às 17h30)
Entrada Franca
Haverá entrega de declarações de comparecimento aos interessados


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quarta-feira, 29 de junho de 2011

Sábado Resistente - Teatro e Resistência Política

 
Governo de São Paulo
apresenta
no Memorial da Resistência de São Paulo
Largo General Osório, 66 – Luz
Auditório Vitae – 5º andar
 
SÁBADO RESISTENTE
2 de julho, das 14h às 17h30
Teatro e Resistência Política - Ontem e Hoje
Homenagem à Heleny Guariba aos 40 anos de seu desaparecimento
Desde antes do golpe civil-militar de 1964, artistas, estudantes e intelectuais, unidos pelo objetivo de transformar o Brasil a partir da ação cultural, atuavam no CPC – Centro Popular de Cultura da União Nacional dos Estudantes que, inspirado no pernambucano Movimento de Cultura Popular de Miguel Arraes, levou à população diversas manifestações artísticasvisando conscientizar as classes trabalhadoras a lutar pelas reformas de base e pela revolução social. Um dos principais nomesdeste movimento foi Oduvaldo Vianna Filho que, com sua obra "A mais-valia vai acabar, seu Edgar", encenada no Teatro Jovem do Rio de Janeiroem 1962, dá início ao que se chamou o teatro político de resistência.
Com o golpe de 1964 e o incêndio provocado no prédio da União Nacional de Estudantes, o CPC é intensamente reprimido e dá lugar a um movimento teatral de oposição ao regime. Um conjunto de dramaturgos, entre eles Giafrancesco Guarnieri, Carlos Estevam, Chico de Assis e Augusto Boal redigem textos que enfocam a repressão política, o papel da censura, o arrocho salarial, o milagre econômico, a supressão da liberdade, muitas vezes apelando para episódios históricos ou situações simbólicas e alegóricas.
A partir de 1969, com o Ato Institucional nº 5, a repressão e a censura ficam mais acirradas. Muitas peças são proibidas ou mutiladas. O espírito de resistência e denúncia vai unir, a partir de então, a classe teatral em assembléias, ciclos de leituras dramáticas e outras atividades.
Com a redemocratização do país em 1985, os textos políticos começam a abordar temas como a desigualdade social, a pobreza, as injustiças e a mercantilização do teatro.
O teatro de resistência continua até hoje e inúmeros grupos de jovens são os herdeiros dos combativos artistas dos anos da ditadura. Nesse Sábado Resistente, será abordado o papel que o teatro tem na conscientização dos valores ao respeito aos Direitos Humanos e aos Princípios Democráticos.
Também será feita uma homenagem à inesquecível companheira e diretora de teatro Heleny Ferreira Telles Guariba. Formada pelaUniversidade de São Paulo, fez inúmeros cursos de teatro na Europa, tendo regressado ao país em 1967 para dirigir o grupo de teatro de Santo André. Presa em março de 1970, foi solta um ano depois, por falta de provas contra ela. Quando se preparava para prosseguir na Europa sua carreira teatral, Heleny foi novamente presa e, desde então, está desaparecida. Segundo testemunhos de companheiros de prisão, entre elas Inês Etienne Romeu, ela foi vista pela última vez em julho de 1971, na famosa casa da morte de Petrópolis.
Para esta homenagem contaremos com a colaboração de atores e atrizes doNúcleoTeatral do184 que, dirigido por Dulce Muniz, encenarão alguns trechos da obra "Heleny, Heleny Doce Colibri", escrita pela própria Dulcee levada ao teatro no ano de 2006,ficando um ano em cartaz.
 
PROGRAMAÇÃO
14h00: Boas vindas – Katia Felipini (coordenadora do Memorial da Resistência)
           Apresentação – Alípio Freire (diretor do Núcleo Memória)
14h30: Debate – O Teatro de Resistência – Ontem e Hoje
          Moderadora – Dulce Muniz (Militante política desde sua juventude, Dulce é atriz, dramaturga e diretora do Núcleo
                                         Teatral do 184, que tem sua sede na Praça Roosevelt)
Participantes: 
Maria Sila Betti(Licenciada em Letras pela USP, onde defendeu o mestrado e doutorado sobre o teatro de Oduvaldo Vianna Filho. É professora assistente da Universidade de São Paulo, atuando no Programa de Pós-Graduação em Estudos Linguísticos e Literários em Inglês – FFLCH/USP; é autora e tradutora de vários livros de teatro, fez parte de vários coletivos de teatro como orientadora).
Maria Cristina Castilho Costa (Livre-Docente em Ciências da Comunicação pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, é coordenadora do Núcleo de Pesquisa em Comunicação e Censura da USP e do Projeto Temático “Comunicação e Censura – Análise teórica e documental de processos censórios a partir do Arquivo Miroel Silveira” da ECA/USP; é autora do livro "Censura, Repressão e Resistência no Teatro Brasileiro").
Marcos Kaloy (Sociólogo formado pela USP, é ator, diretor e produtor cultural. Foi coordenador do Festival de Teatro de Campinas; entre as peças em que atuou, a de maior destaque foi a peça "Feliz Ano Velho")
João das Neves (Dramaturgo, diretor, ator e escritor, tem um currículo eclético que inclui prêmios como o Molière, Bienal Internacional de São Paulo, APCA, Golfinho de Ouro e Quadrienal de Praga. Dirigiu o teatro de rua do CPC da UNE até a sua extinção pelo golpe de 1964. Nesse mesmo ano foi um dos fundadores do Grupo Opinião)
 
16h30: Homenagem à Heleny Guariba 
Os Sábados Resistentes, promovidos pelo Memorial da Resistência de São Paulo e pelo Núcleo de Preservação da Memória Política, são um espaço de discussão entre militantes das causas libertárias, de ontem e de hoje, pesquisadores, estudantes e todos os interessados no debate sobre as lutas contra a repressão, em especial à resistência ao regime civil-militar implantado com o golpe de Estado de 1964. Os Sábados Resistentes têm como objetivo maior o aprofundamento dos conceitos de Liberdade, Igualdade e Democracia, fundamentais ao Ser Humano.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Depoimento da Professora Amanda Gurgel

Posso afirmar sem medo que as palavras delas refletem a imagem docente do Brasil Inteiro.


Vi no Sedentário.
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terça-feira, 3 de maio de 2011

Sábados Resistentes


Governo de São Paulo
apresenta
no Memorial da Resistência de São Paulo
Largo General Osório, 66 – Luz
Auditório Vitae – 5º andar
 
SÁBADO RESISTENTE
07 de maio de 2011, das 14h às 17h30
 
Fatos novos e revelações ajudam a esclarecer a verdade
 
O Atentado do Riocentro foi um frustrado ataque terrorista que seria perpetrado no Pavilhão Riocentro na noite de30 de abril de 1981, por ocasião da realização de um show comemorativo dodia do Trabalhador  , com roteiro de Chico Buarque de Holanda e direção de Fernando Peixoto.
Um ato criminoso, que previa a explosão de bombas causando pânico e mortes entre os participantes, planejada por uma equipe do DOI-CODI, culminou com a morte do sargento Guilherme Pereira do Rosário e deixou o então capitão Wilson Dias Machado gravemente ferido.
Na ocasião, o governo culpou organizações radicais da esquerda. Mas essa versão não se sustentava diante das evidências das apurações independentes que indicaram que o atentado, considerado como ato terrorista, foi uma tentativa de setores mais radicais do próprio governo que queriam justificar uma nova onda de repressão, de modo a paralisar a lenta abertura política que estava em andamento.
Uma segunda explosão ocorreu a alguns quilômetros de distância, na miniestação elétrica responsável pelo fornecimento de energia do Riocentro. Este Sábado Resistente analisa e discute esse atentado terrorista, cometido depois da promulgação da Lei de Anistia.
  
PROGRAMAÇÃO
 
14h00: Boas vindas – Kátia Felipini (Coordenadora Memorial da Resistência)
           Apresentação – Ivan Seixas (Presidente do CONDEPE e do Núcleo Memória)
14h20: Exibição de trechos de entrevistas de autoridades militares sobre o caso
14h45: Palestras e debate - coordenação de Alípio Freire (jornalista e diretor do Núcleo Memória)
 
PARTICIPANTES 
Chico Otávio
Jornalista, repórter da editoria nacional do jornal Globo desde 1997; vencedor, por cinco vezes, do Prêmio Esso, um dos quais na categoria "Reportagem", pela reabertura em 1999 das investigações sobre o atentado ao Riocentro. Professor de Jornalismo da PUC-RJ e ex-dirigente da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo.
 
Marlon Weichert
Procurador Regional da República, doutor em Direito do Estado e Mestre em Direito Constitucional pela PUC-SP.
 
Os Sábados Resistentes, promovidos pelo Núcleo de Preservação da Memória Política e pelo Memorial da Resistência de São Paulo, são um espaço de discussão entre militantes das causas libertárias, de ontem e de hoje, pesquisadores, estudantes e todos os interessados no debate sobre as lutas contra a repressão, em especial à resistência ao regime civil-militar implantado com o golpe de Estado de 1964. Os Sábados Resistentes têm como objetivo maior o aprofundamento dos conceitos de Liberdade, Igualdade e Democracia, fundamentais ao Ser Humano.

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quarta-feira, 23 de março de 2011

Concurso São Paulo 2011: Prefeitura lança edital

O concurso da Prefeitura de São Paulo é para o preenchimento de 443 vagas com salário de até R$ 2.432,82.

A Secretaria Municipal de Planejamento, Orçamento e Gestão – SEMPLA e a Secretaria Municipal de Educação – SME, da Prefeitura do Município de São Paulo – PMSP, lançaram dois editais para concurso público que visa preencher vagas. O concurso de São Paulo oferece 443 vagas de nível superior para os cargos de Professor e Coordenador Pedagógico. O salário é de até R$ 2.432,82. Do total de vagas 5% será reservada a portadores de deficiência.

As oportunidades no concurso de São Paulo são para os cargos de Professor de Ensino Fundamental II e Médio – Artes (73), Professor de Ensino Fundamental II e Médio – Ciências (62), Professor de Ensino Fundamental II e Médio – Educação Física (09), Professor de Ensino Fundamental II e Médio – Espanhol (02), Professor de Ensino Fundamental II e Médio – Geografia (77), Professor de Ensino Fundamental II e Médio – História (42), Professor de Ensino Fundamental II e Médio – Inglês (24), Professor de Ensino Fundamental II e Médio – Matemática (55), Professor de Ensino Fundamental II e Médio – Português (10), Especialista em Informações Técnicas, Culturais e Desportivas I – Educação Física, Esportes (39) e Coordenador Pedagógico (50).

As inscrições poderão ser efetuadas através do endereço eletrônico www.concursosfcc.com.br, no período das 10 horas do dia 04 até as 14 horas (horário de Brasília) do dia 18 de abril de 2011, sendo que após esta data e horário, o acesso às inscrições estará bloqueado.

Será cobrada taxa de inscrição de R$ 67,00 para o cargo de professor.
O Concurso constará de Prova Objetiva de Conhecimentos Gerais, Prova Objetiva de Conhecimentos Específicos, Prova Dissertativa e Avaliação de Títulos.

As provas para o Cargo de Professor serão realizadas nos dias 12,19 e 26 de junho de 2011, em São Paulo – Capital. Já para o cargo de Coordenador Pedagógico está previsto para 26 de junho de 2011, em um domingo. Em horários e locais a serem divulgados, oportunamente, por meio de Edital de Convocação para Provas publicado no Diário Oficial da Cidade de São Paulo – DOC e de Cartões Informativos que serão encaminhados via e-mail.

O prazo de validade do Concurso de São Paulo será de 02 anos, contados da data da homologação de seus resultados, prorrogável uma única vez por igual período, a critério da Administração.

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quinta-feira, 3 de março de 2011

SÁBADO RESISTENTE

Movimento estudantil de 1977 e a luta pela redemocratização
A retomada da luta nas ruas contra a ditadura militar aconteceu em vários estados do país a partir de 1977. Em São Paulo, as passeatas desafiavam o regime e exigiam a reconstrução da União Nacional de Estudantes - UNE. Neste contexto, o coronel Erasmo Dias, Secretário da Segurança do Estado na época, e, portanto, o representante do regime militar no Estado, foi o artífice da invasão à Pontifícia Universidade Católica - PUC no mês de setembro daquele ano. Este incidente serviu como o estopim do início do novo Movimento Estudantil, reforçando a resistência da sociedade contra o regime militar. Assistiremos ao documentário de 30 minutos chamado “Não se cala a consciência de um Povo”, produzido pelo setor de Comunicação da PUC, e ouviremos as experiências de representantes da liderança estudantil da época.    


PROGRAMAÇÃO

14h: Boas-Vindas – Kátia Felipini (Coordenadora - Memorial da Resistência de São Paulo)
Coordenação – Maurice Politi (Núcleo de Preservação da Memória Política/Fórum Permanente de ex-Presos e Perseguidos Políticos de São Paulo)

14h30: Exibição do documentário “Não se cala a consciência de um povo” (30 min)

15h: Palestras e debate
 – Vera Paiva (Líder estudantil no ano de 1977, professora do Departamento de Psicologia Social da USP e coordenadora do NEPAIDS/USP – Núcleo de Estudos para a prevenção da AIDS)

– Paulo Moreira Leite (Líder estudantil no ano de 1977, jornalista desde os 17 anos, Editor da revista Época. Foi diretor de redação da revista Época e do jornal Diário de São Paulo, redator- chefe da Veja, correspondente em Paris e Washington).

 Os Sábados Resistentes, promovidos pelo Núcleo de Preservação da Memória Política e pelo Memorial da Resistência de São Paulo, são um espaço de discussão entre militantes das causas libertárias, de ontem e de hoje, pesquisadores, estudantes e todos os interessados no debate sobre as lutas contra a repressão, em especial à resistência ao regime civil-militar implantado com o golpe de Estado de 1964. Os Sábados Resistentes têm como objetivo maior o aprofundamento dos conceitos de Liberdade, Igualdade e Democracia, fundamentais ao Ser Humano.

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Memorial da Resistência de São Paulo
Largo General Osório, 66 – Luz – Auditório Vitae – 5º andar
12 de março de 2011, das 14h às 17h30
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sábado, 19 de fevereiro de 2011

Memorial da Resistência


Eu estava vendo uma palestra no Fórum Mundial de Educação, realizado em 2004 no Anhembi quando ouvi essa história pela primeira vez. Não me lembro do nome do palestrante, mas suas palavras nunca mais me deixaram. Foram mais ou menos assim.

“Eu estava lá quando Frei Tito havia sido preso. Eu me lembro do policial que o interrogara dando uma dura nele. Era possível ouvir seus gritos e lamurias da cela onde nós estávamos. Quando o chefe da carceragem chegou querendo dar uma lição de moral em Tito. ‘Como o senhor, um homem de Deus, um padre, pode tentar o suicídio? Mais do que todos os outros você sabe que suicídio é um pecado grave. ’ Em uma breve pausa e um respirar profundo, ele responde ‘Não estava tentando tirar minha vida por não agüentar a dor. Estava tentando tirar minha vida por temer pela vida de meus companheiros. Pois se eu perder a lucidez durante esse martírio e disser seus nomes, eu sei que eles vão morrer aqui nesse lugar.”

Era com a voz sofrida e digna que o palestrante contava sobre esses fatos de um passado que não podíamos deixar de lado. Lembro que o próprio Frei Beto se encontrava na mesa dos palestrantes e a emoção contagiava.

Visitar o memorial da resistência recria grande parte dessas emoções e sensações. Antigo local de prisão do DEOPS durante a ditadura militar na década de 60 (e também pelas torturas sofridas por centenas de pessoas que lutaram bravamente contra o regime militar), hoje o espaço abriga uma exposição sobre os anos de chumbo da política brasileira, com direito a palestras e debates que contam à história que muitos tentam calar.

Parada obrigatória para todos que hoje podem expressar livremente suas idéias sem terem medo de ser presos pelas coisas que acreditam.

Memorial da Resistência de São Paulo
Largo General Osório, 66 – Luz


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segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

O Resgate de Dona Lair

Os videos não são novos, mas a comoção ainda é muito forte.


Aqui é a fala dela depois do incrível resgate.


Para aqueles que puderem ajudar, por favor o façam. Aqui vai alguns links:
Portal R7: Saiba como ajudar as vítimas das enchentes da região serrana do Rio de Janeiro
Jornal Extra: Chuvas no Rio – Saiba onde fazer doações para vítimas das enchentes no estado
O Globo: Saiba onde fazer doações para as vítimas das chuvas na Região Serrana do Rio
Bancos recebem doações a vítimas de enchentes no Rio
G1Globo: Na sua cidade

Indicação dos vídeos do Sendentários e links no Chongas
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A exposição sobre Água na Oca

Nesse sábado fui visitar a exposição sobre a água. Achei fantástico a forma como os curadores abordaram o tema. Não é apenas uma exposição de obras artísticas sobre a água. É uma exposição que nos faz repensar nossas relações com esse recurso natural tão importante e o respeito que devemos ter com essa força da natureza.

Além de recriações virtuais de mangues, videos sobre a poluição e passeios por regiões abissais dos oceanos é possível se ver dimensões e percepções ampliadas do chamado planeta água. Sua importância e a forma inadequada com que a estamos lidando com esse recurso.

Em uma época grandes catástrofes ocorrem por causa da água (seja pelo excesso ou pela ausência), é importante lembrar que esses são problemas antigos e que são possíveis de serem evitados com políticas públicas e mudanças nas nossas formas de lidar com a água.

A exposição vai ficar até 8 de maio, a entrada custa R$ 20,00 (estudantes e professores com comprovantes pagam meia R$ 10,00). Menores de 7 e maiores de 60 anos com documento não pagam. Aposentados e portadores de deficiência pagam meia-entrada. No último domingo de cada mês a entrada é gratuita para todos os visitantes.

O agendamento para escolas é pelo telefone: 11 3883-9090 ou pelo email: exposicao@divertecultural.com.br. Escolas particulares pagam R$ 15,00 por aluno.